O garrotilho é uma das doenças mais comuns e contagiosas nos equinos
Pessoas que trabalham com cavalos sabem que problemas respiratórios se espalham pelos animais rapidamente, principalmente em ambientes como baia, haras ou centro de treinamento. Entre essas doenças, o garrotilho surge como uma das mais conhecidas e preocupantes, principalmente pela facilidade com que é transmitida.
O chamado garrotilho, que também é muito conhecido como adenite equina, é causado pela bactéria Streptococcus equi e acomete principalmente as vias respiratórias e os linfonodos da cabeça e garganta dos cavalos.
A doença apresenta alta taxa de transmissão, mas felizmente a mortalidade é relativamente baixa, sendo os maiores prejuízos normalmente relacionados à queda de desempenho dos animais e custos veterinários.
Como identificar garrotilho em equinos?
Algumas vezes, os sinais da doença são difíceis de identificar, pois em muitos casos o cavalo fica apenas mais quieto ou apresenta uma leve secreção nasal nos primeiros dias da infecção.
Quando a doença evolui, alterações mais características acontecem, principalmente o aumento dos gânglios localizados abaixo da mandíbula e na região da garganta. Esses nódulos podem crescer bastante e formar abscessos repletos de pus.
A mudança de comportamento é mais uma característica importante: cavalos ativos apresentam queda de rendimento, pouca disposição para exercícios e redução do apetite.
Mesmo que seja desafiador entender o início dos sintomas, é importante considerar que quanto mais cedo os sinais forem percebidos, maiores serão as chances de sucesso no tratamento de garrotilho em cavalos.
Como o garrotilho é transmitido?
Secreções nasais, saliva e o material liberado pelos abscessos contêm grande quantidade da bactéria responsável pela doença. Assim, o contato direto entre animais infectados e saudáveis é a principal forma de disseminação do garrotilho.
Além do contato, a contaminação também pode ocorrer por meio de objetos compartilhados, como baldes de água, cochos, cabrestos, escovas e equipamentos de manejo. Estes podem funcionar como veículos de transmissão quando não são higienizados adequadamente.
Além disso, locais com grande circulação de equinos costumam apresentar maior risco de disseminação.
Quais são os sintomas de garrotilho em equinos?
Os sinais de garrotilho em equinos aparecem em até duas semanas após a infecção, e a intensidade varia de acordo com a idade do animal, sua imunidade e estágio da doença. Em situações mais avançadas, o inchaço dos linfonodos dificulta a respiração, dando origem ao nome popular “garrotilho”, já que o cavalo pode parecer estar sendo estrangulado.
A observação diária dos animais é uma das melhores formas de detectar precocemente a doença e iniciar o tratamento de garrotilho em cavalos antes que o quadro se agrave.
Entre os sinais mais comuns estão:
- Febre;
- Corrimento nasal;
- Tosse;
- Falta de apetite;
- Dificuldade para engolir;
- Aumento dos linfonodos da cabeça e garganta;
- Presença de abscessos.
Tratamento de garrotilho em cavalos
O garrotilho em equinos precisa de cuidados indicados por um médico-veterinário experiente, uma vez que cada caso apresenta características diferentes, especialmente quando existem complicações secundárias.
Após avaliações, o médico passa as informações corretas para que possa ser administrado um antibiótico, normalmente escolhido de acordo com a idade do animal e estágio da doença. Em hipótese alguma deve ser administrado um antibiótico sem orientação, pois há a possibilidade de piorar o quadro dos animais.
Além disso, oferecer suporte anti-inflamatório pode contribuir para uma recuperação menos dolorosa ao animal. Neste caso, destacamos o Flunixin® da Chemitec, que atua como um anti-inflamatório não esteroidal amplamente utilizado por médicos veterinários.
Cuidados iniciais e suporte
Além dos medicamentos prescritos pelo veterinário, alguns cuidados simples ajudam bastante na recuperação do animal, como manter os cavalos afetados em local limpo, ventilado e longe dos demais animais.
Disponibilizar constantemente água limpa e alimentos de boa qualidade também ajuda o organismo do animal a responder melhor à infecção. Animais debilitados precisam de monitoramento mais frequente até que os sinais clínicos desapareçam.
Outro ponto importante é manter rigorosamente a higiene das instalações, sempre lembrando de mantê-lo bem seco. A limpeza adequada reduz a carga bacteriana no ambiente e contribui para o sucesso do tratamento de garrotilho em cavalos.
Antibiótico Flunixin® da Chemitec
Durante o tratamento de garrotilho em cavalos, diferentes estratégias terapêuticas podem ser indicadas conforme a evolução clínica do animal.
Quando associado ao manejo adequado e ao acompanhamento veterinário, o suporte anti-inflamatório pode contribuir para uma recuperação mais confortável do animal.
Entre os cuidados medicamentosos, o Flunixin® da Chemitec se destaca, pois atua como um anti-inflamatório não esteroidal amplamente utilizado na medicina veterinária. Sua utilização pode auxiliar no controle da inflamação, da febre e do desconforto causado pela doença.
É importante lembrar que qualquer tratamento medicamentoso deve ser feito somente sob orientação profissional e respeitando as recomendações da bula do produto.
Como controlar e prevenir o garrotilho em cavalos?
Propriedades que adotam protocolos sanitários rigorosos costumam registrar menos surtos de garrotilho em equinos e menores prejuízos.
Evitar o contato imediato entre animais recém-chegados e o restante do plantel é uma das medidas mais importantes, e, neste aspecto, a quarentena é excelente, pois permite identificar possíveis sinais clínicos antes da integração do novo animal ao grupo.
Também são recomendadas as seguintes práticas:
- Isolamento de animais suspeitos;
- Higienização frequente de equipamentos;
- Limpeza das baias;
- Controle do trânsito de animais;
- Acompanhamento veterinário periódico;
- Programas de vacinação, quando indicados.
Nenhuma medida possibilita proteção absoluta, mas a combinação de biossegurança, manejo adequado e vacinação reduz significativamente os riscos da doença.
O garrotilho em equinos apresenta alta morbidade (quando animais adquirem uma doença em determinado local e época) e pode afetar rapidamente diversos equinos de uma mesma propriedade quando as medidas preventivas são ignoradas. Sendo assim, investir na prevenção é tão importante quanto realizar corretamente o tratamento de garrotilho em cavalos quando os primeiros casos surgem.
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Fontes:


