Vermes intestinais podem causar anemia, diarreia e fraqueza — entenda os sinais, riscos e como proteger cães e gatos
A ancilostomíase é uma das verminoses mais comuns em pequenos animais, especialmente em cães e gatos que vivem em ambientes com maior risco de contaminação. Causada por parasitas intestinais, essa doença pode comprometer seriamente a saúde dos pets, levando a sintomas como anemia, perda de peso e distúrbios gastrointestinais.
Além de afetar os animais, a ancilostomíase também representa um risco à saúde pública, já que pode ser transmitida aos humanos em determinadas condições. Por isso, conhecer as formas de contágio, os sinais clínicos e as medidas de prevenção é essencial para garantir o bem-estar dos pets e de toda a família.
O que é a ancilostomíase e como ocorre o contágio?
A ancilostomíase é uma infecção causada por vermes parasitas do gênero Ancylostoma, que se alojam no intestino dos animais. Esses parasitas se alimentam de sangue, podendo causar anemia, principalmente em filhotes e animais mais debilitados.
O contágio pode ocorrer de diferentes formas, sendo as mais comuns a ingestão de larvas presentes no ambiente contaminado, a penetração ativa das larvas pela pele e, em alguns casos, a transmissão por meio do leite materno.
Ambientes úmidos, com acúmulo de fezes e com higiene inadequada favorecem a sobrevivência das larvas e aumentam o risco de infecção.
Sintomas da ancilostomíase em cães e gatos
Os sinais da ancilostomíase podem variar de acordo com o nível de infestação e a condição de saúde do animal, mas geralmente envolvem alterações gastrointestinais e sinais de fraqueza.
Entre os sintomas mais comuns, destacam-se:
- Diarreia, que pode conter sangue;
- Anemia (principalmente em filhotes);
- Perda de peso;
- Apatia e fraqueza;
- Pelagem opaca;
- Vômitos (em alguns casos).
Em quadros mais graves, a infestação pode levar a complicações sérias e até colocar a vida do animal em risco.
A ancilostomíase é uma zoonose que pode ser transmitida para humanos?
Sim, a ancilostomíase é considerada uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida dos animais para os seres humanos.
A infecção em humanos geralmente ocorre pelo contato da pele com solo contaminado por larvas, podendo causar a chamada “larva migrans cutânea” (ou “bicho geográfico”), caracterizada por lesões na pele com coceira intensa.
Por isso, a prevenção da doença em pets é uma medida importante não apenas para a saúde dos animais, mas também para a proteção das pessoas, especialmente crianças.
Como diagnosticar a ancilostomíase em pequenos animais?
O diagnóstico da ancilostomíase é realizado por um médico-veterinário, que avalia os sinais clínicos e solicita exames laboratoriais.
O principal exame utilizado é a análise de fezes, que permite identificar a presença de ovos dos parasitas. Esse procedimento é simples, mas fundamental para confirmar a infecção e direcionar o tratamento adequado.
Por isso, a realização periódica de exames é importante, especialmente em animais com maior exposição ao ambiente externo.
Como tratar a ancilostomíase em cães e gatos?
O tratamento da ancilostomíase é feito com o uso de vermífugos específicos, sempre com orientação veterinária. A escolha do medicamento e a frequência de administração dependem da idade do animal, do grau de infestação e do seu estado geral de saúde.
Nesse contexto, a linha Chemital® da Chemitec, composta pelo Chemital® Cães e pelo Chemital® Gatos, é uma importante aliada no combate às verminoses. Esses vermífugos são de amplo espectro e atuam contra diferentes tipos de parasitas intestinais, incluindo os ancilostomídeos.

A combinação de princípios ativos, como o pamoato de pirantel e o praziquantel, atua diretamente sobre os parasitas, causando sua paralisação e eliminação pelo organismo. Isso contribui para a recuperação do animal e para a interrupção do ciclo de infestação.
Além do tratamento, o acompanhamento veterinário é essencial para garantir a eficácia do protocolo e evitar reinfestações.
Como prevenir a ancilostomíase em cães e gatos?
A prevenção da ancilostomíase está diretamente relacionada a boas práticas de higiene e manejo dos animais.
Entre as principais medidas estão a vermifugação regular, a limpeza frequente dos ambientes, o descarte correto das fezes e o controle do acesso dos pets a locais potencialmente contaminados.
Manter a rotina de cuidados recomendada pelo médico-veterinário é fundamental para proteger a saúde dos animais e reduzir o risco de transmissão. Além disso, manter a vermifugação em dia e contar com produtos de qualidade é essencial para garantir a saúde dos pets e a segurança de toda a família.
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Fontes:



