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gato doente deitado m sofá e remédios sobre a mesa
Imagem: Shutterstock

Doença crônica compromete a qualidade de vida do pet, mas pode ser controlada

A bronquite é uma doença inflamatória das vias respiratórias inferiores muito comum em felinos de meia-idade, comprometendo sua respiração e levando a uma redução da sua qualidade de vida, com fadigas constantes e indisposição.

Notar sinais como tosses persistentes e respiração ofegante é o primeiro passo para desconfiar de que seu pet possa estar com uma inflamação em suas vias respiratórias. Continue a leitura para saber mais sobre a bronquite em gatos.

O que causa a bronquite felina?

A bronquite em gatos surge principalmente a partir de reações alérgicas ou irritações crônicas das vias aéreas, desencadeadas por fatores ambientais que podem ser controlados no dia a dia, como excesso de pólen, ácaros do pó, fumaça de cigarro, perfumes e produtos de limpeza domésticos — capazes de levar a uma resposta imunológica que inflama os brônquios e aumenta a produção de muco.

Infecções virais ou bacterianas secundárias, assim como parasitas como vermes pulmonares ou dirofilariose, agravam a inflamação, especialmente em gatos com imunidade baixa. Além disso, o estresse ambiental, como mudanças na rotina ou presença de outros pets, também pode desencadear a bronquite felina, tornando-a uma condição multifatorial.

Raças como a siamesa parecem mais suscetíveis, embora não haja predisposição genética confirmada. Compreender essas causas ajuda a mitigar riscos e prevenir a evolução da doença.

Sintomas e sinais da bronquite em gatos

Observar os sinais da bronquite em gatos é essencial para uma intervenção precoce, pois esses pets tendem a mascarar desconfortos até que se tornem evidentes. O sintoma mais característico é a tosse seca e persistente, muitas vezes confundida com tentativas de expelir bolas de pelo, acompanhada de chiados ou sibilos durante a respiração.

O gato acometido pode apresentar dificuldade respiratória, com respiração rápida — acima de 40 inspirações por minuto — e postura anormal, como pescoço estendido para facilitar a passagem de ar. Em crises agudas, é possível notar fadiga extrema, lambedura excessiva dos lábios, indicando náusea e, em situações graves, cianose nas mucosas. Esses indícios de bronquite variam de leves a severos, mas uma observação atenta pode diferenciá-los de outras condições respiratórias, como pneumonia ou asma, garantindo que a bronquite em gatos seja tratada antes de maiores complicações.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da bronquite em gatos requer uma abordagem profissional precisa, iniciada com uma avaliação clínica pelo médico-veterinário, que estuda o histórico do animal e os sintomas relatados pelo tutor. Exames de imagem, como radiografias torácicas, são fundamentais para visualizar inflamações nos brônquios e descartar obstrução ou infecção secundária.

Procedimentos mais invasivos, como a lavagem broncoalveolar — que coleta amostras de fluido pulmonar para análise celular —, ajudam a identificar células inflamatórias, como neutrófilos ou eosinófilos, diferenciando a bronquite de asma ou infecções. Testes laboratoriais, incluindo hemograma e cultura bacteriana, também complementam o diagnóstico, enquanto uma broncoscopia permite a visualização direta das vias aéreas em casos mais complexos.

Qual é o tratamento da bronquite em gatos?

O tratamento da bronquite felina visa controlar a inflamação e aliviar os sintomas, já que a condição é crônica e, portanto, não possui cura completa; no entanto, a bronquite pode ser controlada para que o gato tenha uma vida confortável. Broncodilatadores inalados ou orais abrem as vias aéreas, facilitando a respiração, enquanto corticosteroides reduzem o inchaço brônquico.

Em infecções secundárias, antibióticos de amplo espectro são prescritos e nebulizações com soro fisiológico ajudam a fluidificar secreções. Um aliado contra a bronquite em gatos, o Déxium®, da Chemitec, é um comprimido à base de dexametasona que pode ser considerado para conter inflamações agudas, sempre sob orientação veterinária.

Mudanças ambientais, como eliminar sujeira e alérgenos, são cruciais; e em crises graves, oxigenoterapia ou hospitalização podem ser necessárias. O monitoramento regular do quadro garante ajustes no protocolo de tratamento, tornando-o mais confortável e eficaz para o pet.

Como prevenir crises de bronquite em gatos?

Prevenir crises de bronquite felina envolve ações proativas que podem ser implementadas diariamente, focando em um ambiente saudável e em uma redução de estressores. Entre essas ações, podemos mencionar:

  • Manter a umidade adequada com umidificadores;
  • Evitar a exposição do pet à fumaça;
  • Usar areia higiênica de baixa poeira;
  • Realizar check-ups veterinários semestrais;
  • Manter o pet aquecido em dias mais frios.

Cuidados em casa para manter o ambiente limpo

Para um lar livre de gatilhos, adote rotinas de higiene rigorosas, como:

  • Limpar superfícies regularmente: use aspiradores com filtro HEPA para remover pó e ácaros, reduzindo alérgenos ambientais;
  • Evitar produtos químicos fortes: opte por limpadores naturais e ventile bem o ambiente após o uso do produto;
  • Higienizar itens do pet: lave e desinfete caminhas e brinquedos semanalmente.

O Pet® Desinfetante, da Chemitec, é ideal para desinfetar caixas de areia e pisos, eliminando bactérias e fungos sem irritar as vias respiratórias do pet, de forma a promover um espaço seguro contra a bronquite em gatos.

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Fonte:

Chemitec