Saiba como reconhecer a doença do carrapato e entender seus riscos e as melhores formas de tratamento e prevenção para proteger os pets
A doença do carrapato é uma das condições mais comuns e perigosas para os cães e, em alguns casos, até gatos. Causada por agentes como Ehrlichia canis e Babesia canis, tem capacidade para afetar o sangue de forma grave, o sistema imunológico e diversos órgãos. Com isso, acaba por comprometer a saúde do animal — então, quanto antes for identificada, maiores serão as chances de recuperação.
Por envolver parasitas, ambiente e contato direto com vetores, a doença do carrapato precisa de atenção redobrada dos tutores de pets. Até mesmo animais que vivem dentro de casa podem ser infectados caso um único carrapato entre no ambiente.
Conhecer os primeiros sinais, entender a transmissão e saber como tratar a doença é essencial para manter seu pet seguro.
Como identificar a doença do carrapato nos animais?
Para a identificação, é necessário que o tutor perceba rapidamente mudanças no comportamento, no apetite e na aparência física do animal. Os primeiros sinais são leves, como cansaço, apatia ou menor disposição para brincadeiras. O grande problema é que esses sintomas iniciais podem passar despercebidos, o que reforça a importância de monitorar o pet de perto.
Outro ponto que deve ser considerado é a necessidade de verificar constantemente se há carrapatos presentes no corpo do animal. Animais infectados também podem apresentar mucosas pálidas, pelos opacos e dificuldade para realizar atividades simples, o que exige avaliação de um médico-veterinário.
Como ocorre a transmissão da doença do carrapato?
A transmissão acontece quando o carrapato infectado pica o pet e libera os micro-organismos causadores da enfermidade em sua corrente sanguínea — e isso pode ocorrer rapidamente. Por isso, em alguns casos, o tutor só nota o problema após o surgimento dos primeiros sintomas.
Carrapatos podem estar em gramados, jardins, na parte externa de pisos e até dentro de casa, especialmente em frestas e locais com baixa iluminação. Um único carrapato já é suficiente para transmitir a doença, o que torna a prevenção essencial para evitar que cães e gatos fiquem expostos a esse risco.
Gatos podem pegar a doença do carrapato?
Sim. Embora amplamente mais comum em cães, a doença do carrapato também pode afetar gatos. O carrapato que transmite a doença pode sobreviver em diferentes ambientes e hospedar-se também em felinos, especialmente nos que têm acesso à rua ou convivem com cães contaminados.
Nos gatos, os sintomas acabam sendo mais difíceis de identificar, uma vez que felinos tendem a esconder sinais de dor ou desconforto. Sendo assim, em qualquer alteração de apetite ou de comportamento, a presença de carrapatos deve ser prontamente investigada por um veterinário.
Sintomas da doença do carrapato
Os sintomas da doença do carrapato são variados, apresentando-se conforme o estágio da infecção. Alguns sinais são bastante frequentes, e entre os mais observados estão:
- Fraqueza e falta de apetite;
- Febre;
- Mucosas pálidas;
- Sangramentos nasais (epistaxe);
- Vômitos ou diarreia.
Com o avanço da doença, complicações mais graves, como anemia severa, dificuldade respiratória e alterações neurológicas, podem surgir. Por isso, qualquer suspeita deve ser tratada como emergência. O atraso do diagnóstico compromete o tratamento.
Como ocorre a transmissão da doença do carrapato?
A única forma de transmissão é através da picada do carrapato contaminado. Quando o parasita se alimenta do sangue do pet, ele injeta os agentes infecciosos no organismo do animal, iniciando o ciclo da doença do carrapato.
Além disso, ambientes quentes e úmidos favorecem a proliferação desses carrapatos, ou seja, os riscos durante épocas de calor são maiores. Animais que convivem com outros pets contaminados também apresentam maior probabilidade de contaminação.
Como o diagnóstico é realizado?
A doença do carrapato é diagnosticada a partir da avaliação de um médico-veterinário com o suporte de exames laboratoriais. Exames de sangue são essenciais para a identificação de alterações como baixa de plaquetas, anemia e presença de micro-organismos. Somado a isso, o histórico do animal, como contato ou presença recente de carrapatos, assim como passeios ao ar livre, ajuda o profissional na identificação do problema.
Como tratar a doença do carrapato?
Tratar a condição depende do agente causador e do estado de saúde do pet. Normalmente, são indicados antibióticos e até mesmo suplementos — e, em alguns casos, fluidoterapia para estabilizar o pet.
Em casos de dor e inflamações, o uso de anti-inflamatórios pode ser necessário para aliviar os sintomas. Nesse sentido, o Elo-Xicam® da Chemitec pode ser indicado pelo médico-veterinário para ajudar no controle da dor e na melhora do desconforto do pet durante o tratamento.
A doença do carrapato tem cura?
A doença do carrapato pode ser curada se tratada de forma rápida e adequada. A maioria dos animais fica 100% recuperada e retoma sua rotina normalmente após o tratamento. Porém, casos em estágios avançados podem exigir cuidados contínuos, pois as sequelas podem afetar a saúde do pet em longo prazo.
Como proteger o seu pet?
A melhor maneira de evitar a doença do carrapato é impedindo que o animal entre em contato com o parasita. Assim, uma das medidas mais eficientes é a utilização de produtos carrapaticidas e repelentes.
Para isso, a Chemitec oferece o Ec-Pet®, um produto desenvolvido para combater e prevenir infestações de carrapatos e outros ectoparasitas. O uso regular do produto ajuda a proteger cães e gatos, reduzindo significativamente o risco de transmissão da doença.
Além disso, outras medidas importantes de proteção são:
- Manter o ambiente sempre limpo;
- Realizar inspeções semanais no pelo do pet;
- Evitar áreas com alta infestação de carrapatos.
Com a prevenção adequada, o pet fica muito mais seguro e livre dos riscos dessa enfermidade.
Fontes:




