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Cachorro usando cobertor ao lado de pote de remédio
Imagem: Shutterstock

Descubra os medicamentos e as precauções por trás do tratamento para artrite canina

Quando um cão envelhece, suas articulações se tornam mais frágeis e passam a mostrar sinais de fadiga. Uma das complicações que podem se desenvolver nesse contexto, afetando milhões de cães ao redor do mundo, é a artrite canina — condição degenerativa que causa dor crônica, impactando diretamente a qualidade de vida do pet.

Essa artrite pode transformar passeios e brincadeiras em verdadeiros desafios para o tutor, que perceberá reações como rigidez, relutância e indisposição por parte do cão. A seguir, nos aprofundaremos no tratamento para artrite canina, explicitando o que é preciso para restaurar a vitalidade do pet acometido por essa doença.

O que causa artrite em cães?

A artrite em cães surge a partir de uma combinação de fatores genéticos, ambientais e patológicos que desgastam o tecido cartilaginoso das articulações. Principalmente em raças grandes de cães, o crescimento excessivo ou a displasia de quadril aceleram o processo de desgaste desses tecidos, e a obesidade também é um catalisador comum, uma vez que pode aumentar a carga sobre as juntas do cão, promovendo inflamação crônica.

Outras causas incluem infecções bacterianas (artrite séptica), que se espalham via corrente sanguínea, e autoimunes, como a artrite reumatoide — o sistema imunológico ataca as próprias cartilagens do animal. Traumas repetitivos, como saltos em atividades intensas, ou doenças secundárias (como a leishmaniose), também favorecem o desenvolvimento de artrites. Para que o tratamento para artrite canina seja mais eficaz, é fundamental identificar o fator inicial que desencadeou essa doença degenerativa.

Principais sinais de artrite canina

Os sintomas são graduais, mas suas primeiras manifestações já podem ser identificadas na fase inicial da doença. Um dos indicadores mais evidentes é a claudicação intermitente, em que o cão manca ao caminhar, especialmente após repouso ou em manhãs frias. Outro exemplo é o desenvolvimento de inchaço nas articulações afetadas, como cotovelos ou joelhos, acompanhado de rigidez matinal, fazendo com que o pet hesite ao subir escadas ou pular para o sofá.

A dor crônica leva a consequências como lambedura excessiva da área, perda de apetite e até alterações comportamentais, como isolamento ou irritabilidade. Muitos dos cães afetados exibem redução na atividade física, preferindo deitar-se em posições que aliviem a pressão nas articulações. Em casos mais avançados, há também riscos de febre e atrofia muscular nas patas posteriores.

Ao reconhecer esses sinais, o tutor deve buscar ajuda profissional em uma clínica veterinária quanto antes, de forma a iniciar o tratamento para artrite canina e aliviar o desconforto do cão.

Como diagnosticar?

Diagnosticar a artrite canina exige uma avaliação veterinária minuciosa, principalmente para descartar a possibilidade de outras condições, como lesões ligamentares e infecções. O processo se inicia com uma anamnese detalhada, em que são discutidas as mudanças no hábito do cão, seguida de um exame físico — para palpar os inchaços e testar a amplitude de movimentação das articulações.

Além disso, radiografias são essenciais, pois revelam erosões ósseas e estreitamento articular. Exames laboratoriais, como hemograma e análise de líquido sinovial, por sua vez, descartam causas infecciosas ou autoimunes. Em situações complexas, a ressonância magnética e a ultrassonografia podem complementar o diagnóstico. Assim, um diagnóstico preciso pavimenta o tratamento para artrite canina mais eficaz, evitando estresse e maiores desconfortos ao cão.

Tratamento para artrite canina: como funciona?

O tratamento para artrite canina foca no alívio da dor, na redução da inflamação e na preservação da função articular do animal, já que a cartilagem não se regenera completamente. Para isso, anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) são a base farmacológica, administrados oralmente ou com injeção, para bloquear prostaglandinas inflamatórias.

Outros medicamentos, como analgésicos opioides, podem ser usados em casos de crise aguda, enquanto condroprotetores — como glucosamina e condroitina — suplementam a matriz cartilaginosa, retardando a progressão da doença. Complementando a medicação, a fisioterapia, incluindo hidroterapia e acupuntura, fortalece os músculos e aumenta a mobilidade do cão, e dietas com ômega-3 reduzem a inflamação sistêmica.

Elo-Xicam da Chemitec no tratamento da artrite canina

À base de meloxicam e indicado principalmente para processos inflamatórios crônicos, o medicamento Elo-Xicam®, da Chemitec, é distribuído em doses de 0,5 mg ou 2 mg, sendo um AINE potente e seguro para o tratamento para artrite canina. Sua formulação inibe a COX-2 seletivamente, minimizando efeitos gastrointestinais e restaurando o vigor do pet em poucos dias. Por isso, trata-se de uma solução eficaz e acessível contra artrites.

Como prevenir a artrite canina?

Prevenir a artrite canina envolve hábitos proativos que mitigam riscos desde a juventude desses animais, buscando uma velhice ativa e saudável. Para isso, o controle de peso é primordial, pois cada quilo extra pode dobrar a pressão articular dos cães, e certos exercícios moderados, como caminhadas diárias curtas, mantêm sua musculatura forte — sem sobrecarga. Outras dicas essenciais são manter:

  • Alimentação balanceada: rações com condroprotetores e antioxidantes para nutrir as juntas;
  • Acessibilidade: rampas para oferecer acesso a móveis mais elevados e evitar quedas;
  • Check-ups regulares: exames detectam displasias precocemente.

Práticas saudáveis, como as citadas acima, reduzem em até 50% a incidência de artrites, transformando a prevenção em um ato de amor diário.

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Fonte:

Chemitec