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Dermatite alérgica à picada de pulga (DAPP)

Cachorro utilizando a boca para coçar o corpo

Doença dermatológica pode provocar muita coceira, feridas e comprometer a qualidade de vida de gatos e cães

A dermatite alérgica à picada de pulga é uma patologia recorrente em cães e gatos. Trata-se de uma reação alérgica a uma substância que existe na saliva das pulgas, substância esta que é inoculada na pele dos pets enquanto os parasitas se alimentam do sangue do seu amigo de quatro patas.

Em geral, o principal sintoma da dermatite alérgica à picada de pulga é uma coceira, cuja intensidade varia de moderada a grave. Você também pode observar no seu pet algumas lesões na pele, tais como crostas e feridas, além de falhas na pelagem e queda de pelo. São diversas as regiões do corpo do animal que podem ser acometidas por esta patologia dermatológica. Conheça mais sobre ela abaixo!

O que é a dermatite alérgica à picada de pulga?

Resumidamente, a dermatite alérgica à picada de pulga, também chamada pela sigla DAPP, é uma doença alérgica e dermatológica que acomete cães e gatos, que acontece quando o organismo do pet reage à saliva da pulga, uma vez que o ectoparasita penetra na pele do animal e pica a região.

A saliva proveniente da picada apresenta algumas substâncias capazes de provocar uma reação de hipersensibilidade, que traz muita coceira aos cães e aos gatos. Quando não controlada, a doença pode trazer lesões na pele que, em pouco tempo, evoluem para problemas mais críticos, tais como falhas e perda de pelo, dermatite bacteriana secundária, feridas, entre outras.

Dentre as principais regiões do corpo do animalzinho que podem ser atingidas por essa doença dermatológica, podemos destacar:

  • Região lombar dorsal;
  • Pescoço;
  • Axilas;
  • Cauda;
  • Virilha

De início, a coceira pode ser branda, mas se intensificar com o passar do tempo. Mais tarde, o ato de se coçar frequentemente pode resultar em algumas lesões secundárias, como ferimentos. É válido reforçar que a presença de feridas na pele deixa o organismo do pet mais suscetíveis a infecções. 

O que causa a dermatite alérgica à picada de pulga?

A dermatite alérgica à picada de pulga é provocada, em primeiro lugar, pela presença deste ectoparasita na pelagem do animal. E o seu gato ou cão pode ter o pelo afetado pela presença de pulgas de diferentes maneiras, sendo a principal delas o contato com outros animais, ambientes ou objetos que tenham sido infectados.

Espaços em que já moraram animais contaminados, mesmo que tratados, podem conter ovos de pulga em frestas de assoalho, nos móveis de madeira com reentrância, carpetes e tapetes. Apenas uma boa limpeza com uso de aspirador de pó, além de uma dedetização da casa ou a utilização de desinfetantes específicos para essa finalidade, pode eliminar definitivamente a possibilidade de contaminação.

Sintomas da dermatite alérgica à picada de pulga

Conforme já anteriormente mencionado, o sintoma mais comum da dermatite alérgica à picada de pulga é a coceira com diferentes graus de intensidade. Portanto, é preciso estar atento à rotina do seu pet, observando se ele está se coçando mais do que o habitual.

Além do mais, o pet também pode apresentar falhas na pelagem e, mais tarde, trazer perdas de pelo, feridas, crostas e outras lesões, em regiões como cauda, dorso, coxas, abdômen e pescoço.

Quando não tratado, o ferimento traz uma extrema exposição da pele do animal a bactérias oportunistas, que penetram a pele inflamada. Ou seja, dentre os sinais de quadros mais avançados, podemos observar a pele com uma coloração escurecida na região da lesão, além de seu espessamento.

Além do mais, os gatos que desenvolvem DAAP podem ser acometidos também por um tipo de dermatite conhecida como dermatite miliar devido à formação de alguns pontos de lesão da área lesionada. 

Como é feito o diagnóstico da dermatite alérgica à picada de pulga?

Para identificar e diagnosticar a existência deste problema, é preciso levar o seu pet a um médico veterinário. O profissional deverá ter acesso a toda história clínica do animal, além de realizar exames físicos e complementares.

Para confirmar o problema, é preciso antes que o veterinário ateste a infestação de pulgas na pelagem do animalzinho. Este dado é imprescindível para a confirmação. Para tanto, é muito importante que o tutor dê ao profissional todos os detalhes, como hábitos, cuidados com o animal e o comportamento deste.

Lembre-se que as pulgas não apresentam relação com os hábitos de higiene, e podem surgir mesmo em pets que sejam muito bem cuidados e tomem banhos frequentes. Os parasitas podem estar presentes mesmo em passeios ou com ovos depositados em móveis da casa.

Dermatite alérgica à picada de pulga: possíveis tratamentos

Já com relação ao tratamento da dermatite alérgica à picada de pulga, cabe ao médico veterinário prescrever medicamentos e produtos que combatam a patologia. Existem algumas opções de shampoos e condicionadores medicamentosos que podem ser muito eficazes na hora de dar banho no seu pet, de modo a exterminar as pulgas.

Além do mais, o veterinário também pode recomendar antibióticos tópicos (aplicados na pele) ou sistêmicos (com ingestão via oral ou por injeção), de modo a combater a doença dentro do organismo do animal.

Como prevenir a dermatite alérgica à picada de pulga?

Os tratamentos para combater a dermatite alérgica à picada de pulga devem incluir, sobretudo, um tratamento preventivo.

E para agir preventivamente é preciso conduzir uma desinfestação e correta higienização dos ambientes em que vivem o seu gato ou cachorro. Ou seja, o tratamento ambiental deve apresentar o uso de algum inseticida a cada 10 dias, além do aspirador de pó a cada 3 dias, em espaços como tapetes, almofadas, chão e a cama dos animais.

O inseticida é muito importante, já que apenas produtos de limpeza convencionais são incapazes de exterminar, definitivamente, os parasitas e seus ovos.

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Além disso, também fabricamos medicamentos de uso veterinário, que podem fazer parte de um tratamento contra a dermatite alérgica à picada de pulga. Converse com o veterinário de sua confiança e procure pelos nossos produtos em lojas pet e agropecuárias.

Fontes:

Conselho Federal de Medicina Veterinária;

Hospital dos Animais;

Canal Agro;

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.